Nuno Afonso Moreira analisou trajetória de expansão do grupo Dourogás

11 de dezembro de 2018

«O grupo Dourogás tem, ao longo do tempo, vindo a desenvolver as suas áreas de negócio no setor, sobretudo no setor do gás. E foi desenvolvendo atividades em diversas linhas, seja na introdução e na chegada do gás natural à região norte e interior, onde hoje está disponível praticamente em todas as sedes de concelho do norte e interior. Destaco isto porque esta chegada é inicial à disponibilidade para o GNV, sobretudo no que diz respeito ao gás natural comprimido vindo das redes», começou por afirmar.

«Ao longo do tempo e por necessidade tivemos de nos expandir para todo o território. Deixo-vos esta provocação: evidentemente que não é fácil, num país pequeno como o nosso, fazer chegar GNL diretamente, fizemo-lo com algum esforço; por uma vez que usámos o terminal de Sines e estamos muito contentes por isso. O que quer dizer que esta descarga foi praticamente de 100% das descargas de pequenos operadores, pelo que acho que há algum caminho a percorrer, mas também queria destacar esta importância de fazermos alguma coisa que não tinha sido feita», sublinhou Nuno Afonso Moreira.

«Queríamos destacar um projeto que nós vemos com muito carinho: através do fundo de apoio à inovação conseguimos durante os anos de 2017 e 2018, aliás começámos em 2016, começar a desenvolver um projeco de produção e limpeza de biogás, transformando-o na qualidade necessária para ser colocada nos camiões de resíduos. Chamámos-lhe BIOGMV. Entendemos que o gás natural veicular tem também de ter uma vertente renovável. E esse será, com certeza, o desafio seguinte», desvendou.

Fonte: Revista Cargo